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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

DICAS PARA APRENDER E MEMORIZAR MÚSICAS



DICAS PARA APRENDER E MEMORIZAR MÚSICAS  

Aprender a tocar uma música pode ser uma tarefa desafiadora, especialmente se você não tem experiência prévia com um instrumento. No entanto, com a abordagem certa e a prática constante, qualquer pessoa pode dominar uma música e tocá-la de forma fluente.

Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a estudar e memorizar uma música:

1. Escute a música repetidamente: Antes de começar a praticar, ouça a música repetidamente. Escute a melodia, o ritmo, a harmonia e a dinâmica da música. Tente identificar as partes principais e o formato geral da música. Isso ajudará você a entender a estrutura da música e a prepará-lo para aprender a tocar.

2. Divida a música em partes menores: Uma música pode ser bastante longa e complexa. Para tornar a tarefa de aprendizagem mais fácil, divida-a em partes menores. Comece com a introdução e, em seguida, trabalhe nas estrofes, refrões e pontes. Depois de ter dominado cada parte separadamente, tente tocá-las em sequência.

3. Aprenda a melodia: Aprender a melodia é uma parte crucial do processo de aprendizagem de uma música. A melodia é a linha principal da música e é geralmente tocada pela voz ou pelo instrumento principal. Tente tocar a melodia lentamente, nota por nota, e pratique até que você possa tocar com confiança.

4. Pratique as notas individuais: Depois de ter aprendido a melodia, comece a praticar as notas individuais. Tente tocar cada nota claramente e com precisão. Se você tiver dificuldade em tocar uma nota específica, pratique essa nota isoladamente até que você possa tocá-la sem problemas.

5. Pratique os acordes: Os acordes são a base da harmonia da música. Eles são compostos por três ou mais notas tocadas juntas. Pratique os acordes individualmente e, em seguida, pratique a transição de um acorde para outro. Isso é especialmente importante se você estiver tocando um instrumento como o violão ou o teclado.

6. Pratique em diferentes velocidades: Uma vez que você tenha dominado as notas e os acordes, comece a praticar em diferentes velocidades. Pratique a música lentamente para se concentrar na técnica e na precisão, e depois aumente gradualmente a velocidade para se aproximar do ritmo original da música.

7. Toque a música com acompanhamento: Tocar a música com acompanhamento, seja com um metrônomo ou com uma gravação, ajudará a melhorar o ritmo e a sincronia. Você também pode tocar com outras pessoas para praticar a habilidade de tocar em conjunto.

8. Memorize a música: Quando você sentir que está confortável tocando a música, tente memorizá-la. Isso ajudará você a se concentrar na técnica e na expressão musical, em vez de se preocupar com a leitura de partituras ou tablaturas.

9. Pratique regularmente: A prática regular é a chave para aperfeiçoar suas habilidades musicais. Tente praticar por pelo menos 30 minutos por dia e, se possível, pratique em um horário consistente todos os dias.


Conclusão:

Aprender uma música exige tempo, paciência e muita prática. A memorização de uma música pode ser uma tarefa desafiadora, mas com as dicas acima, você pode se sentir mais confiante e preparado para aprender e memorizar uma música.

É importante lembrar que a prática não deve ser apenas para memorizar, mas sim para melhorar suas habilidades musicais de uma maneira geral. Com o tempo e a prática, você verá que tocar uma música pode se tornar algo natural e prazeroso.

Lembre-se de que não há uma maneira única de aprender e memorizar uma música. Cada pessoa tem seu próprio ritmo e estilo de aprendizagem, então não tenha medo de experimentar diferentes abordagens e descobrir o que funciona melhor para você.

Por fim, divirta-se! Tocar uma música é uma forma de expressão artística e uma maneira de se conectar com os outros. Não se esqueça de aproveitar o processo e compartilhar sua música com outras pessoas.



quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Alongamento para Músicos



O objetivo de se alongar 

Você deve estar se perguntando – Eu realmente preciso fazer isso? A resposta, claro, é não. Então por que perder seu tempo, por que se alongar?

A única razão está nos benefícios adquiridos com o alongamento. Quem faz esses exercícios da forma correta, e sempre que toca guitarra, obtém melhores resultados, como maior velocidade, força e resistência. Assim, o alongamento é apenas algo a mais, uma vantagem para o guitarrista que quer solar melhor, mais rápido e durante mais tempo.

Flexibilidade

Porque Flexibilidade é importante?


"Flexibilidade aumenta a eficiência e performance física. Uma articulação
flexível tem a capacidade de se mover mais em sua amplitude, e requer menos energia para fazê-lo. Aumentar essa eficiência diminui o risco de dano físico, habilitando diversos tecidos e músculos a atingirem um alcance máximo durante atividades físicas.

Flexibilidade também aumenta o fornecimento de sangue e nutrientes para as estruturas articulares, o que amplia a elasticidade dos tecidos e músculos que envolvem as articulações do corpo. Outro aspecto importante, é que grande flexibilidade permite liberdade de movimento, desacelerando a degeneração das articulações e prolongando a sua vida de treino. Flexibilidade também atrasa a fadiga muscular, e previne e alivia músculos doloridos após se exercitar."
(Trecho extraído do livro Train Tough, de Jason Weber, ABC Books.)

O que não deve ser feito

Existem basicamente duas coisas que não devem ser feitas ao se alongar. Uma delas é um erro muito comum, e pode ser observado em qualquer lugar onde esteja uma pessoa se alongando, como na academia, ou na ciclovia, enquanto ela se balança pra lá e pra cá. O alongamento deve ser feito com lentidão, sem movimentos de vai e vem. Geralmente as pessoas agitam seus braços e pernas para se esticar ainda mais. Evite fazer isso, pois não há nenhum ganho de flexibilidade nesses movimentos, e eles ainda podem ser prejudiciais!

Você também não quer se machucar, logo não force muito seu corpo. Apenas estique um pouco até sentir uma leve tensão. Lembre-se que o nosso objetivo aqui não é encostar o polegar no antebraço, é apenas melhorar a sua 
elasticidade. 

Quanto tempo de alongamento

O alongamento completo dura menos que três minutos. Mais que isso é exagero.

Quando fazer

Ele deve ser feito de preferência logo após você terminar de tocar guitarra. Não é necessário se alongar antes, um rápido aquecimento já é suficiente.

Como fazer

Todo alongamento deve ser feito lentamente, esticando músculos e tendões até um ponto próximo ao seu limite de flexibilidade. Vá puxando até atingir o seu máximo, segure por 15 segundos, e deixe voltar ao normal. É preciso forçar um pouco (do contrário o alongamento é inútil), mas nunca até doer. Para encontrar o ponto certo entre forçar demais e forçar de menos, basta praticar algumas vezes.




Fonte: Por Emiliano Gomide



quinta-feira, 6 de junho de 2019

Aprenda hábitos ao invés de aprender músicas


Aprenda hábitos ao invés de riffs e licks


Todos nós guitarristas estamos interessados em melhorar constantemente e muitas vezes nos enrolamos na hora de determinar como nos desenvolver melhor.
Uma pergunta que tem ficado na minha cabeça com bastante frequência ultimamente é a seguinte:

Quais os principais fatores que se forem desenvolvidos em posso melhorar em pelo menos 60% minha qualidade como guitarrista?
Tentando responder essa pergunta eu me vi em uma situação onde o que eu acreditava ser o caminho para desenvolvimento não estava dando os melhores resultados.
Para sair dessa situação eu tentei à seguinte pergunta:

O que os guitarristas que admiro tem que eu posso usar?
Esse foi o segundo passo da minha pesquisa sobre como melhorar como guitarrista usando algum método diferente do que vinha usando.
Nesse ponto eu passei a analisar os nomes que mais me influenciam como guitarrista (SRV, David Gilmour, Hendrix, Page…).
Analisando a maneira de cada um tocar em dei conta de uma coisa muito interessante:
É evidente que cada um deles tem licks e riffs famosos que nós podemos aprender e nos inspirar neles. No entanto existe algo mais:
Cada um deles tem hábitos específicos que você e eu podemos aprender e incorporar no nosso jeito de tocar.
Tais hábitos vão ajudar a:
– absorver conceitos mais complexos de cada um desses guitarristas mais rapidamente.
– Melhorar a maneira de tocar e a gama de possibilidades para improvisar e compor
– Aumentar as possibilidades na hora de praticar.
– Desenvolver as possibilidades na hora de compor.
Todas essas possibilidades me dão no final um conjunto de ferramentas muito mais eficazes para desenvolver minha qualidade como guitarrista.

Como aprender hábitos
Agora que você já sabe a diferença entre aprender as músicas/licks e aprender os hábitos, você pode se perguntar:
Mas como aprender esses hábitos?
A resposta direta é muito simples:
Você precisa observar.

Quer um exemplo? Vamos observar como Eric Clapton usa o vibrato:


Após aprender esse hábito você vai conseguir o timbre que esse tipo de vibrato proporciona, o hábito do movimento, o desenvolvimento do seu braço e dedos para fazer tal movimento.
A partir daí você tem um novo conjunto de ferramentas para usar nas suas composições e improvisações e pode partir para o próximo hábito.

Como escolher quais hábitos aprender?
Em certos momentos você pode ficar na dúvida sobre como escolher quais hábitos você quer adquirir e adicionar ao seu estilo de tocar.
Isso é totalmente natural.
A maneira que eu tenho usado para facilitar as minhas escolhas é bastante simples e pode te ajudar também.

Os passos são os seguintes:
1 – Escolha um bom guitarrista
2 – No youtube, pesquise por vídeos de shows
3 – Selecione músicas onde esse guitarrista arrebenta
4 – Observe quais as técnicas, trejeitos, manias, licks que ele usa de maneira consistente.
O último passo é o mais crítico desse processo.
Tente observar quais os pontos que esse guitarrista usa com frequência e faz com que você reconheça o jeito de tocar.
Essas características que eles usam com frequência formam os hábitos desse guitarrista.
Escolha uma dessas características, vá ao trabalho e adicione-a ao seu repertório.

Para começar a usar essa abordagem eu fui altamente influenciado pelo conceito e explicação do Tyler do site Music is Win.


Bom estudo!


Fonte: https://maquinasdemusica.com  por Jorge Lopes

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Música - ESTUDO vs DIVERSÃO



Não, ao contrário do que você imagina, o papo não é com as crianças, mas com os marmanjos, exclusivamente os músicos indisciplinados!
Mas bem, quando escutamos o que gostamos de ouvir, nos é apresentado um resultado, que resultado? O do estudo diário/regular, que exercita a criatividade musical e nos permite melhorar tecnicamente, fazendo com que nós guitarristas possamos tocar tudo que quisermos, desde que a perseverança seja proporcional ao resultado a ser obtido.

Aí você me diz: “Mas eu toco todos os dias e não vejo melhora?” Novamente, será que você realmente está estudando? Bom, vamos lá! O que é estudar? De acordo com o dicionário Aurélio, o verbo estudar significa: “aplicar a inteligência a, para aprender.”

Baseado nesse princípio estudar música ou determinada técnica, requer atenção, concentração, paciência e regularidade! O que você acha que te deixaria em forma? Jogar futebol 5 horas seguidas no domingo ou três vezes por semana? Se você respondeu três vezes por semana, você acertou. Com um instrumento é a mesma coisa. Se você quer tocar alguma passagem, solo, ou base, que seja complexa, estude de forma lenta e gradativa. Caso seja um solo, divida-o em varias partes, ou estude-o por frases, até que as mesmas estejam soando da forma correta, pois a sonoridade é muito importante.

Tocar o instrumento várias horas por dia, sem disciplina e objetivo, não trará resultado algum, por isso organize seu estudo. Reserve um horário do seu dia para estudar e depois do conteúdo estudado, se divirta com o instrumento. Existem várias formas de deixar o estudo dinâmico e interessante, nos disciplinando, para que aprendamos estudar com dedicação. 

Para se concentrar, um lugar que seja ventilado, tranqüilo e silencioso é essencial. Mas é imprescindível que antes tenha um planejamento,  organize o conteúdo que você quer estudar

Se concentre naquilo que estiver estudando e sempre use um metrônomo, pois assim você tem um parâmetro para medir seu desenvolvimento. Certifique-se de que a sua coluna não esteja torta, que suas mãos estejam nas posições corretas e relaxe, com tensão os resultados não serão alcançados.

E principalmente TENHA PACIÊNCIA! Estude com regularidade, assim você tocará muito melhor!
Dica importante: Não espere motivação para que estude, tipo um equipamento novo, um instrumento novo. A motivação não faz diferença nem regularidade, é apenas algo momentâneo. O que precisa é disciplina!

Na motivação, você quer se sentir bem para estudar, e na disciplina, você estuda para se sentir bem. Eu ia falar sobre o pensamento positivo, mas deixa pra lá, esse não serve nem parar uma diarréia.

Bons estudos!

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Criando "Riffs" de Guitarra!


Encare o fato: um bom riff é meio caminho para uma boa música.

Outro fato: criar um bom riff ou até mesmo um excelente riff não é algo complexo. Na verdade, os riffs mais admirados são os mais simples.

Então, você está pronto para entender os componentes de um riff e aprender a manipulá-los como quiser?

Riffs são simples, então vamos manter esse artigo simples também. Riffs são crus. E é isso que faz você sentir o peso de cada nota através dos amplificadores. Ao final do artigo, você deverá entender um pouco mais sobre o porquê dessa fórmula.

Guitarristas bons de riffs nunca foram para faculdade de música. E o engraçado é que encontramos vários exemplos do oposto - guitarristas que estudaram música a fundo, mais que simplesmente não são grandes criadores de riffs. Para constatar isso, basta explorar as extensas obras de John Petrucci e Steve Vai, que, apesar de terem estudado na melhor universidade de música e terem se tornado dois dos melhores guitarristas que o mundo já viu, não são famosos por seus riffs.

Agora vamos para os mestres dos riffs. Os caras. Angus Young e seu irmão Malcom Young do AC/DC (sim, Angus não fez tudo sozinho); Jimmy Page, do Led Zepellin; Tom Morello, do Rage Against The Machine e Audioslave; Kirk Hammett e James Hetfield do Metallica; Dimebag Darrell, do Pantera; Eddie Van Halen; Kurt Cobain, do Nirvana; Zakk Wylde (Ozzy) e outros.

Esses guitarristas podem te ensinar muito mais sobre riffs que qualquer professor de guitarra.

Não existe uma receita para criar riffs de guitarra que os melhores guitarristas usam. Mas há algumas coisas que se você souber, ajudarão bastante:

11 Dicas para Criar Riffs de Guitarra

1 - Domine Power Chords
2 - Prefira a simplicidade
3 - Nunca pense que não existem mais riffs clássicos para serem criados (Angus Young sempre te provará o contrário)
4 - Sempre escute os mestres
5 - Tenha uma boa distorção (os outros pedais de efeito não são tão importantes)
6 - Tenha um bom amplificador
7 - Um riff só se torna completo quando tocado com uma banda
8 - Pegada
9 - Solte sua criatividade. Saia tocando
10 - Copie de alguém
11 - Escolha um ritmo marcante

1 - Domine Power Chords
Nem todos riffs são compostos de power chords. Mas a maioria é, podendo ser também uma combinação de power chords com dedilhados. Um power chord carrega a essência de um acorde e é a alma do rock. Você precisa ter mobilidade com power chords ao longo do braço da guitarra, conseguindo mudar rapidamente de um para o outro. Limitações técnicas geram limitações criativas. Exercite seus power chords e quando você precisar deles, eles surgirão com facilidade.

Basicamente, power chords podem ser tocados de duas formas: normalmente ou abafando as cordas. Essa segunda opção é largamente explorada por guitarristas de metal, punk rock e hardcore. Simplesmente, é uma das melhores formas de adicionar peso e deixar os power chords mais carregados. É o que muitos chamam de "pegada".

2 - Prefira a simplicidade
Quanto mais simples, mais fácil de ficar na cabeça das pessoas. Um riff deve ser cíclico. Isto é, algo que possa ser tocado repetidamente, encaixando o início do riff após seu final e assim por diante. E, quanto mais simples for um riff, mais provavelmente ele será cíclico. Simplicidade quer dizer poucos acordes. Para verificar se seu riff é simples, cantarole-o. Você deve conseguir reproduzi-lo com sua voz.

3 - Nunca pense que não existem mais riffs clássicos para serem criados (Angus Young sempre te provará o contrário).
É normal cair na armadilha de acreditar que "já existem centenas de músicas muito boas, logo não há mais músicas boas para serem criadas". Além de essa crença ser falsa, o oposto é verdadeiro. Pelo que parece, quanto mais músicas são criadas, mais são alimentadas as criatividades de músicos no mundo inteiro.

4 - Sempre escute os mestres
Quanto mais músicas e guitarristas diferentes você conhecer, melhor. Isto lhe ajudará a manter sua mente sempre aberta, além de desenvolver sua "cultura musical". Não há melhor forma de se aprender do que através de exemplos. Aprenda a tocar novos riffs. Isto fará com que você veja o braço da guitarra de diferentes formas.

5 - Tenha uma boa distorção (os outros pedais de efeito não são tão importantes)
Aquilo que você toca depende da sonoridade que você tem em mãos. Um bom pedal de distorção (ou até mesmo a distorção de um bom amplificador) possibilita adicionar peso aos power chords e intensidade as notas dedilhadas. Até mesmo o melhor guitarrista do mundo não conseguirá um bom som se o equipamento não for de qualidade. Existem dezenas de tipos de distorção. É importante conhecê-las bem para saber qual é melhor para o som que você quer tirar.

Vale ressaltar que uma boa distorção é essencial para quem costuma tocar abafando os power chords.

6 - Tenha um bom amplificador
Todo o som da guitarra sai do amplificador. Quanto melhor for o amplificador, melhor será o som. A importância de ter um bom som, é que ele dá inspiração para criar novos riffs, enquanto que sons fracos apenas dão vontade de parar de tocar.

Só quem já tocou num bom amplificador sabe a diferença. Cada nota ganha muito mais presença e força. E quando se trata de criar riffs, isso é ótimo, pois tudo que você precisa é encontrar uma sequência de notas bem marcante. Um amp bom te ajuda a perceber que são necessárias poucas notas para causar a dose certa de impacto. Ou seja, ele te ajuda a manter a simplicidade.

Para entender a importância do amplificador, imagine-se tocando seu riff favorito numa guitarra com o amp desligado. Apesar de o riff ser bom, você só conseguirá perceber (e sentir) isso quando ligar o amp. O mesmo vale para comparar um amp fraco e um amp bom. Com um amp melhor, a sua percepção também fica melhor.

7 - Um riff só se torna completo com uma banda
Escutar um riff sendo tocado apenas pelo guitarrista é algo totalmente diferente de escutar a banda inteira tocando. Portanto, não espere que seus riffs sejam impressionantes quando estiver tocando-os sozinhos. Você só saberá o quão bons eles são quando tocá-los com o resto da banda. E é claro que a banda também influencia bastante a forma como o riff é tocado.

Um dos principais pontos a serem entendidos sobre os riffs é que eles sempre serão uma questão de ritmo. Sendo assim, esse é um daqueles momentos que o guitarrista deve se unir ao baterista. Apesar de os dois instrumentos serem totalmente diferentes, eles devem se tornar um só, um completando o outro.

Dois exemplos de guitarristas incrivelmente sintonizados com seus bateristas são o caso de James Hetfield e Lars Ulrich - os fundadores e principais compositores do Metallica - e Dimebag Darrell e seu irmão Vinnie Paul, do Pantera. Escute no vídeo abaixo a música Regular People que é uma sequência de riffs carregados de peso. Note como a guitarra está "grudada" na bateria.

8 - Pegada
Muitos falam em "pegada". Mas geralmente não se fala muito sobre o que é pegada. As pessoas simplesmente sabem identificar quando um guitarrista tem essa qualidade. Pegada é simplesmente a forma de tocar uma música.

Imagine dois guitarristas tocando a mesma música, com exatamente as mesmas notas e a mesma marcação de tempo. Com certeza, os dois tocarão de formas diferentes. O guitarrista que tem mais pegada é aquele que sabe que não basta tocar certo. É preciso incrementar cada fraseado com pequenos detalhes, talvez quase imperceptíveis para os desatentos, mas que em conjunto transformam a música.

Pegada também pode ser entendida como uma combinação de feeling e técnica. Feeling para saber o que tocar e técnica para saber como tocar.

Um ótimo exemplo de um riff com pegada é o da música Man In The Box, do Alice In Chains. O riff consiste em apenas um power chord, que é tocado de forma assombrosamente simples.


E aqui vai nossa principal dica: para ter pegada, você precisa ter uma forte noção de ritmo. Treine com um metrônomo (marcador de tempo), toque acompanhando uma música. Faça qualquer coisa, mas nunca deixe de prestar atenção na batida e no tempo! É preciso descobrir que a guitarra também é um instrumento de ritmo e que ela pode e deve manipular o tempo da música.

9 - Solte sua criatividade
Isso mesmo. Depois de ler esse artigo, você não irá pegar a guitarra e criará logo de primeira um excelente riff. Soltar sua criatividade significa fazer várias tentativas. Aqui a matemática conta a seu favor. Existem (literalmente) milhões de combinações de notas e ritmos para se experimentar. Não tente acertar. Deixe fluir e você mesmo se impressionará com sua espontaneidade.

10 - Copie de alguém
Isso pode parecer babaquice, mas do ponto de vista teórico, faz bastante sentido. Uma mesma progressão de acordes pode ganhar uma sonoridade inteiramente diferente ao ser tocada com uma velocidade ou ritmo diferente. Por exemplo, os mesmos acordes, tocados na mesma ordem, podem servir tanto para um reggae quanto para um punk rock. Além do mais, cada música que você escuta pode ser considerada parecida com alguma outra música (só que você talvez não saiba qual). Mas isso não significa que ela deixa de ser original, muito menos de qualidade.

Existem várias formas de "copiar" alguém. O ideal é se inspirar numa combinação de acordes (ou power chords) e fazer mudanças, podendo tirar ou acrescentar notas. O resultado final pode ficar totalmente diferente da música original e, em poucos minutos, você terá uma música nova.

11 - Escolha um ritmo marcante
Experimente pegar um riff que você goste de alguma banda e tocá-lo em um ritmo diferente, tentando de propósito estragar a música. Você verá como é fácil fazer isso. Para criar um bom riff, o que você precisa fazer é justamente o contrário. Experimente tocar o riff que você está criando em diferentes ritmos até encontrar aquele se encaixe perfeitamente. Você saberá quando encontrá-lo.

O melhor exercício para desenvolver essa habilidade é bem simples. Escolha um power chord (por exemplo, o de Sol - na 3ª casa da 6ª corda) e invente o máximo de formas possíveis de tocar esse power chord. A sua mão esquerda fica parada. O que muda é apenas a frequência e força com que a sua mão direita toca as cordas.


Atenção: não se deixe confundir pelas dicas acima. A regra mais importante a ser lembrada é "Se soa bem, então é bom".

#Riffs #Riff #Guitarra 

fonte:http://www.guitarcoast.com/2009/10/como-criar-riffs-de-guitarra.html

sábado, 12 de maio de 2018

Coisas que todo músico deveria saber - 1#



Aprendeu algo novo? Não empine o nariz.
Comprou algo novo? Não empine o nariz.
Não importa seu talento, riqueza, 
nível de conhecimento ou popularidade. 
Mas a maneira como você trata e reage ao outro, 
diz tudo sobre quem VOCÊ È!

#DeNada

quarta-feira, 28 de março de 2018

Discas para um Ensaio









1. Ensaio não é prática em grupo, sendo assim, estude a música antes Mané! 

(Desde que não seja 10 minutos antes do ensaio)


2. Grave todo o ensaio, depois escute. Esse é o melhor método de aprendizado.


3. Tente simular a disposição da banda como se estivessem no palco.


4. Faça anotações, é importante garantir que esses detalhes e mudanças não serão esquecidos.


5. Discuta o que fazer entre as músicas para que haja fluxo. E pelo amor de Deus, sem “mimimi” no microfone.


6. Isole as partes difíceis, diminua o andamento e vá aumentando aos poucos.


7. Boa parte do entrosamento e prazer em tocar vem do relacionamento entre os integrantes, Tenham um momento de descontração pós ensaio ou em horário devido, para um bate papo.


8. Tenha um roteiro para o ensaio.É muito comum ir para um ensaio com uma banda, chegar lá e vir aquela pergunta: "E aí, vamos tocar o quê primeiro?" Faça uma lista de pontos a serem trabalhados, priorizar e definir o roteiro, inclusive do próximo encontro.


9. Alimente-se antes do ensaio. Nem preciso falar o que acontece quando o músico tem fome no ensaio. Além de mau humor, passa o ensaio pensando em pizza.


10. Não fique viajando no seu instrumento!

- "Mas como assim Silvinho? Eu moro longe."

Explico: O baixista que fica tocando altos slaps enquanto a próxima música não começa. O baterista que fica treinando aquela virada enquanto o guitarrista tenta afinar o instrumento. O guitarrista que fica mandando aquele lick na velocidade da luz pra mostrar que é rápido e regulando de forma infinita seus pedais, enquanto o vocalista tenta falar algo importante.


N Ã O    S E J A    E S S E     C A R A    M A L A!


#DeNada

sexta-feira, 9 de março de 2018

Qual a melhor idade para uma criança aprender um instrumento?




Alguns começam a tocar desde pequeno, outros, movidos pela paixão fazem o caminho contrário e dão seus primeiros passos muito mais velho. Muitos pais já iniciam seus filhos desde os dois anos de idade, outros esperam até os cinco para introduzi-los. No meio de tantas possibilidades fica difícil saber qual é a idade ideal para seus filhos, ou para você mesmo, começar a aprender a tocar um instrumento. Nesse artigo vou dar algumas dicas para você saber qual o momento ideal para começar a aprender a tocar.

Quando é muito cedo?

Os primeiro anos da vida são cruciais para o desenvolvimento das atividades mentais de um ser humano. O contato de uma criança com a música, desde a primeira infância, pode ajudar muito no desenvolvimento cerebral. Segundo um pesquisa feita pela Universidade de Concórdia, no Canadá, crianças que começaram a estudar música antes dos 7 anos tem conexões neurais na idade adulta diferentes daquelas que começaram seus estudos musicais mais tarde.

Saber quando começar a ensinar um instrumento para seu filho depende de muitos fatores, os mais comuns estão ligados ao desenvolvimento da mente, como contar até cinco ou saber as primeiras letras do alfabeto. Mas mesmo que seu filho saiba fazer isso prematuramente, não significa que ele está preparado para ter aulas.

Forçar uma aprendizagem precocemente pode ter um efeito contrário para o desenvolvimento musical do seu filho. Cada criança possui seu próprio tempo de aprender o novo, então cabe aos responsáveis ver a hora certa dos ensinamentos começarem.

Como um pai, você deve se fazer algumas perguntas sobre o seu relacionamento com seu filho antes de tomar qualquer atitude, entre elas estão:

  • O seu filho presta atenção quando você está explicando algo para ele?

  • Você está preparado para deixar seu filho ter aula, e terá paciência para auxiliá-lo nessa jornada?

  • Seu filho já consegue ficar sozinho com outras crianças em uma sala sem você?

Talvez seu filho consiga focar em suas atitudes com muita facilidade, e também lide muito bem com as outras demandas. Agora você terá que ver se você está pronto para doar um pouco do seu tempo para auxiliá-lo nessa jornada, aprender um instrumento não é algo fácil, exige tempo e dedicação, fatores que seu filho provavelmente ainda não entende muito bem, e precisa da sua ajuda para assimilá-los.

Como preparar seu filho para começar a ter aulas de um instrumento

Se o seu filho ainda não está pronto para ter aulas, não o force, ao invés disso, dê alguns passos para trás a fim de prepará-lo para esses momentos. É claro que algumas crianças são mais “musicais” que as outras, mas felizmente existem muitas formas de incentivar seu pequeno a aprender sobre tom, ritmo, e foco. Veja algumas das nossas sugestões:

  • Tente colocar músicas enquanto vocês estão andando de carro ou enquanto seu filho está fazendo qualquer outra atividade. Mesmo que o som esteja apenas como plano de fundo, é importante que ele escute o instrumento diariamente.

  • Faça com que ele cante a música enquanto você há escuta, isso irá dar ao seu filho uma noção de tom e ritmo.

  • Leve seu filho para ouvir música ao vivo o máximo de vezes que você conseguir. Faça um pesquisa de locais que são mais informais e que deixem ele mais a vontade, esses locais podem ser na rua ou até mesmo em igrejas. Mas fique longe de concertos longos e caros, porque eles irão cansar seu pequeno, mesmo agradando muito aos mais velhos.

  • Faça atividades cotidianas com seu filho, mesmo as que não envolvem música como plantar e escrever. Essas atividade vão ajudar a preparar seu filho a ficar mais tempo focado em apenas uma atividade.

  • Existem diversos métodos que ajudam a desenvolver a musicalidade do seu filho, um dos formatos mais conhecidos é a Musicalização Infantil, que é a "pré-escola" da música, e consiste em um conjunto de atividades que visam à sensibilização e a ampliação dos conhecimentos musicais da criança.

Quando começar a tocar um instrumento? Essa é mais uma pergunta referente ao foco do que a idade das crianças. Essas atividades servem como um guia para saber em qual condição o seu filho está para começar a aprender, cabe a você ver quais são os pontos que ele tem que melhorar.

Começando a aprender

Se você sente que seu filho já está pronto para começar a ter aulas, vá em frente. Encontre um professor que tenha experiência em ensinar crianças e tire algum tempo conversar com ele sobre o seu filho, passe para o profissional os seus desejos para com aquela atividade e mostre todos as qualidade e defeitos da criança.

Agora que você está tão envolvido em ensiná-lo pare pra pensar que; crianças não são as únicas que podem aprender a tocar! A música está aí para todos, aprender algo novo é bom tanto para crianças quanto para adultos. Ter novos desafios podem lhe fazer muito bem, é cientificamente comprovado que aprender um instrumento dá diversos benefícios para a sua saúde corporal e mental. Mas em fim deixe a música acontecer só para as crianças, deixe a música acontecer com você!



Fonte: https://musicjungle.com.br/blog/

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Pedais de Loop


Muitos guitarristas se sentem extremamente limitados com o fato de terem apenas duas mãos e uma única guitarra para eles tocarem durante uma apresentação.
É claro que ter uma banda ao seu lado alivia um pouco esse fardo, entretanto os outros componentes do grupo não estão dentro da cabeça do guitarrista para fazer exatamente  aquilo que ele está pensando. Felizmente, todo o guitarrista pode ter um revolucionário efeito ao seu lado. O pedal loop é um efeito essencial que permitirá que você expresse seus próprios timbres da maneira que você imaginou.
Mas, o que é um efeito de loop? O pedal de loop é um dispositivo que armazena um determinado som de guitarra, escolhido pelo guitarrista, e o emite repetidas vezes em um tempo já programado.

O que procurar quando você for comprar um pedal de Loop?
Muito parecido com qualquer pedal, os de loop têm sua própria série de fatores a serem observados na hora da compra. Nós sabemos que cada um dos nossos lindos leitores tem suas preferências pessoais, mas existem uma determinada série de critérios devem ser observadas antes de você comprar um pedal de loop.
Em primeiro lugar, o som gravado precisa ser autêntico e orgânico. Qualquer tipo de renderização ou interferência sonora devem ser rapidamente retirada das opções, nenhum pedal que possui esses defeitos deve estar em qualquer pedalboard.
Depois de retirar todos os pedais "defeituosos" da lista, você deve fazer algumas perguntas; eu preciso de mais? Você está satisfeito com apenas a função básica do loop, ou você está procurando por mais funções para o mesmo? Por exemplo, uma função de Tap Temple é algo que diversos guitarristas procuram. Existem pedais que também possuem funções como Reverse e várias outras. Antes de comprar o seu pedal de loop, você deve se perguntar se você realmente precisa de todas essas funções.

O número de pedais faz muita diferença?
Uma grande diferença! Mais pedais significa mais controle. Há uma variedade de funções que mudam, é muito mais conveniente ter pelo menos dois switches para usar. Os fabricantes estão bem cientes disso, e é por isso que os modelos caros utilizam pelo menos três pedais.
Mas como isso funciona? Bem, você ainda tem todas as funções em modelos de single-switch, mas você terá que aprender como tocar com todas essas novas funções. Por exemplo, para iniciar a gravação, você precisará apenas tocar no botão uma vez; Para parar a gravação, você precisa tocar duas vezes e, para apagar o loop gravado, você precisa pressionar o botão para baixo.

Você deve olhar para a extensão do loop?
A extensão  do loop pode parecer um grande negócio, mas na verdade não é. Grande parte dos pedais oferece mais tempo de gravação do que você realmente precisa. A maioria dos guitarristas dificilmente precisará de mais de um minuto de tempo de gravação para estabelecer a faixa do loop.

Você deve se preocupar com o armazenamento?
Muitos pedais de loop não possuem armazenamento interno, isso faz com que os loops se descartem assim que o pedal é desligado. Mas se você quiser armazenar os loops que você fez, você vai querer ter um pedal com armazenamento interno. Alguns produtos têm uma certa quantidade de espaço embutido, enquanto os modelos mais avançados possuem uma opção para inserir um cartão SDHC externo e armazenar os loops lá.

Qual a diferença entre um loop Mono e um loop stereo?
Quando se trata de saída, as estéreo permitem que você execute o pedal através de uma plataforma estéreo ou através de amplificadores separados. No que diz respeito às entradas estéreo, ter duas entradas permitem que você realize experimentos muito legais. Por exemplo, você pode conectar um microfone à sua segunda entrada e usá-lo para adicionar vários instrumentos de percussão ao seu loop. Você também pode adicionar vocais ou praticamente qualquer coisa que possa ser gravada através de um microfone.

Você realmente precisa de efeitos no pedal de loop?
Bem, na verdade não. Não que não haja chance de que você goste desse material, mas a maioria desses efeitos é descartável. O que queremos fazer com efeitos de loop são coisas como o recurso "1/2 Velocidade", ou a opção "Lo-Fi Filter", ou "Reverse".
Por exemplo, o botão "Reverse" leva o loop que você gravou e o reproduz para trás, o que pode parecer legal, mas a prática mostrou que a maioria dos guitarristas usa esse recurso algumas vezes quando compram o pedal porque é divertido, mas logo que eles se acostumam com o dispositivo, eles nunca mais tocam nesse botão novamente.

Qual a melhor forma de usar o Loop?
Uma pergunta frequente entre os músicos é: "Posso usar um pedal de loop no estúdio?" Bem, tecnicamente, você pode, mas é meio inútil. A principal razão do looper é permitir que você crie uma seção de ritmo de apoio para melódicas enquanto toca sozinho. No ambiente de estúdio, é bastante simples gravar tantas linhas de apoio quanto quiser, mas isso se torna uma história inteiramente diferente durante os shows.
Portanto, a melhor maneira de usar esses pedais é durante os shows ou enquanto você faz seu próprio trabalho. Muitos artistas de rua dependem muito dos loops para obter o resultado desejado, então tenha isso em mente quando você for comprar seu!

Algum músico famoso usa o pedal de Loop?
Sim, é claro! Por exemplo, o Sr. Ed Sheeran é conhecido pelos seus loops da marca Boss. Outros notáveis estão nessa lista, Robert Fripp de King Crimson, The Edge do U2, Brian May, Mal Webb, Reggie Watts, Gavin Castleton e muitos, muitos outros.

Quanto dinheiro eu devo gastar para comprar um pedal de Loop?
A resposta a esta pergunta depende muito de quanto você planeja usar o looper durante a sua performance. Quanto mais você utilizar esse efeito, mais você deve gastar para tê-lo. Entretanto se você for um iniciante, não compre um loop muito caro pois você não saberá utilizar muitas funcionalidades que o pedal oferece.

É preciso ter outros acessórios junto com o Loop?
Na verdade, os loopers operam como pedais padrão e exigem quase nenhum investimento adicional. Obviamente, você precisará de um adaptador de energia ou de baterias de 9V para alimentá-las - e elas geralmente não estão incluídas com o pedal - além de um par de cabos para conectar o dispositivo com sua guitarra e amplificador. Se você passar do número de dois ou três pedais em sua coleção, recomendo que você compre um pedalboard, mas esse é outro assunto.

Segue abaixo algumas sugestões de pedais de Loop:

Boss RC-3 Loop Station Pedal

A Boss é uma das maiores marcas de pedais de toda a história, é claro que a marca não ficaria de fora de uma lista com os melhores pedais de Loop. Seu pedal de loop RC-3 oferece gravação estéreo, ele também tem uma série de funções avançadas, como uma opção de ritmo e um recurso de tempo.
Esse é um pedal que suprirá todas as necessidades de qualquer guitarrista. Se você está buscando uma ótima qualidade de áudio, mas sem os recursos avançados e com um preço mais acessível, esse pedal é definitivamente uma ótima opção.


Nux Loop Core


Surpreendentemente acessível, o Nux Loop Core oferece muitas das qualidades sonoras do Boss RC-3, mas possui um preço significativamente menor. Ele oferece até 6 horas de gravação mono e estéreo, multi-camadas de efeito e rápidas mudanças de tempos!
Um contra do Nux é o seu som de bateria, que soa muito artificial. Mas, mesmo com esse ponto negativo, o Nux ainda vale a pena devido ao seu baixo preço.


TC Electronic Guitar Ditto

Se você está procurando por um pedal de Loop conciso, preciso, básico e muito efetivo, o Ditto da TC Electronic é a sua melhor opção. Ele oferece 5 minutos de loop com incontáveis efeitos, esse pedal possui um design minimalista, oferecendo apenas um knob em todo o seu chassi.
Não pense que esse único knob limita a ação do Ditto, muito pelo contrário, esse atributo torna esse pedal perfeito para os guitarristas que não gostam de lidar com incontáveis alterações de efeito, o Ditto vai direto ao ponto.

Rowin Music Looper


Este é outra opção simples e altamente acessível, o Rowin Music Looper tem todos os recursos básicos de um pedal de loop resumidos em um dispositivo mono que possui apenas um botão e um interruptor on/off. Esse pequenino oferece 10 minutos de loop com diversos efeitos editáveis.
O Rowin ainda é capaz de importar e exportar músicas para o seu computador. O design é classudo, o som é sólido e o preço é acessível… o que mais um guitarrista precisa?


Electro Harmonix 720 Stereo Looper

O Electro Harmonix é uma mistura perfeita de funcionalidades avançadas e facilidade de uso. Esse pedal oferece uma ótima função tradicional de loop, e ainda possui diversas funcionalidades novas como o botão Reverse e a opção ½.
Mas a jóia da coroa desse pedal é a sua fácil usabilidade. Ele está lotado de diferentes funcionalidades, mas todas essas funções tem um fácil acesso, apenas um ou dois clicks do guitarrista.


Digitech JMEXTV JamMan Express XT



O jamMan Express é um ótimo pedal para os guitarristas que estão procurando por um efeito cru de loop. O pedal possui 10 minutos de gravação stereo, este é um verdadeiro pedal de derivação com uma taxa de amostragem de 24-bit 44.1kHz.
A Digitech possui uma fama de produzir pedais com um chassi de plástico, o JamMan é uma exceção para essa regra. Ele possui um corpo de metal, que dá para o pedal uma durabilidade muito melhor.


Vox VLL1

A Vox fez, com o VLL1, um produto que combina o Loop com diversos efeitos clássicos do mundo das guitarras. Ele possui desde efeitos famosos como delay e distorção, até os mais alternativos como chorus e phaser.
Quando se trata de uma qualidade, não podemos dar muitos louvores, mas podemos dizer que o VLL1 tem um ataque sonoro aceitável. Esse não é um pedal que o MJ recomendaria para iniciantes no mundo das guitarras, já que ele é um pouco mais complicado de ser manipulado.


Moozikpro Guitar Loop Pedal


Se você é daqueles que gosta de poupar ao máximo o espaço de seu pedalboard, o Moozikpro é uma opção perfeita. Com um tamanho e um peso super compacto, este pedal oferece todas as capacidades sonoras da maioria dos pedais listados acima.
Apesar do tamanho pequeno, o item é durável e confiável, e até vem com um acabamento bonito de roxo a cinza. Nos controles, encontramos um único knob e um interruptor clássico on/off.


Digitech Jam Man Stereo Looper Delay Pedal


Aclamado como o melhor looper da Digitech, o Jam Man Stereo embala um conjunto de quatro pedais pesados. O dispositivo pode armazenar mais de 35 minutos de som estéreo ou estender esse banco de dados para 16 horas através de cartão SDHC.
Uma vasta gama de interruptores e botões adicionais também foi incluída no pedal, ele é perfeito para todos que gostam de efeitos mais complexos.


Boss RC-300 Loop Station

Poucos pedais de loop são capazes de vencer o poderoso RC-300 Loop Station da Boss! Carregado com três faixas estéreos, este equipamento permite que você crie realmente uma banda de apoio. Ele possui um pedal grande que permite que o guitarrista controle os efeitos em tempo real, ele também permite que o usuário grave 3 horas de suas performances.




fonte:https://musicjungle.com.br/blog/pedais-e-efeitos/os-10-melhores-pedais-de-loop