sexta-feira, 8 de novembro de 2019
ANALISE MODAL – Parte I – Modos gerados pela Escala Diatônica Maior (eBook + áudios) 2ª edição
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
A origem das ESCALAS MUSICAIS - PARTE 1
Posteriormente, dois modos receberam a preferência dos compositores (o modo chamado jônico, ou tritus plagal, e o chamado eólio, ou protus plagal), sendo estes as origens das escalas diatônicas maior e menor: iniciava-se o período tonal da música.
Cigana Espanhola (7M) T 2b 3M 4 5 6b 7M
Pelog Javanês T 2b 3b 4 6b
Balinesa T 2b 3b 5 6b
Scriabin T 2b 3M 5 6
Hiro Josh (Japão) T 2 3b 5 6b
Iwato (Japão) T 2b 4 5b 7b
Kumoi Josh (Japão) T 2b 4 5 6b
Kokin Josh (Japão) T 2b 4 5 7b
havaiano T 2 3b 5 6
Prometheus T 2 3M 4 # 7b
P'Yangio (Coreia) T 2 4 5 6
Enigmática T 2b 3M 4 # 5 # 6 # 7M
Napolitana T 2b 3b 4 5 6b 7M
Napolitana (6M) T 2b 3b 4 5 6M 7M
Cigana Húngara T 2 3b 4 # 5 6b 7b
Oriental T 2b 3M 4 5b 6b 7b
Tom inteiros T 2 3M 4 # 5 # 7b
Árabe (major locrian) T 2 3M 4 5b 6b 7b
Escala Árabe T 2b 3M 4 5 6b 7b
Bizantina liturgicaT 2b 3M 4 5 6b 7M
Húngara T 2 # 3M 4 # 5 6 7b
Húngara menor 1 2 3b # 4 5 b6 7
Romena T 2 3b 4 # 5 6 7b
Hindustão T 2 3M 4 5 6b 7b
Simétrica T 2b 3b 3M 4 # 5 6 7b
Hindu T 2 3M 4 5# 7b
Etíope T 2 3M 4 5 5# 7M
Enigmática T 2b 3M 4# 5# 6# 7M
Escala Egípcia T 2 4 5 7b
Chinesa antiga (ancient chinese) T 2 3M 4# 5 6
Chinesa T 3M 4# 5 7M
Argelina T 2 3b 4 4# 5 6b 7M
Os modos de transposição limitada são modos de música que possuem certa simetria e propriedades de repetição em um número limitado de transposições . Esses modos são em número de 7 e retornam à sua forma inicial após 2, 3, 4 ou 6 transposições.
Eles foram codificados pela primeira vez pelo compositor Olivier Messiaen em seu livro "Technique de mon langue musical". Ele os estudou ao mesmo tempo em seus aspectos harmônicos e melódicos:
M1 - T 2 3M 4# 5# 7b (intervalos de tom, escala hexafônica - tons inteiros)
O primeiro modo de Messiaen, também chamado de escala por tons , consiste em seis segundos principais. É definido pelos intervalos: tom, tom, tom, tom, tom, tom . Possui duas transposições e um modo. Este modo não é uma invenção de Messiaen, mas já existia na literatura musical: Mikhaïl Glinka ( Rouslan e Ludmila ), Franz Liszt, Rimsky-Korsakov ( Le coq d'or ), e especialmente Vladimir Rebikov , Claude Debussy e Béla Bartók (que considerado um modo intermediário entre o diatonismo e o cromatismo) usou-o extensivamente antes de Messiaen.
M2 - T 2b 2# 3M 4# 5 6 7b (escala Dominante Diminuta)
O segundo modo ou escala octotônica é dividido em quatro grupos de três notas cada. Ele tem três transposições, como o acorde diminuto com sétima para que você possa encadear quatro sétimas menores ou nonas dominantes a uma distância das terças menores. É também denominado "modo meio-diminuto", "tom semitom" ou "modo Bertha".
M3 - T 2 3b 3M 4# 5 6b 7b 7M
O terceiro modo (escala não atônica) é dividido em três grupos de quatro notas cada. Possui quatro transposições, como o acorde de quinta aumentada . Você pode encadear três sétimas ou nonas maiores com uma distância das terças maiores. Note-se que a escala de tons ( 1 r modo) está incluído lá.
O quarto , quinto , sexto e sétimo modos têm seis transposições cada, como a "salamandra".
M4 – T 2b 2 4 4# 5 6b 7M
M5 – T 2b 4 4# 5 7M
M6 – T 2 3M 4 4# 5# 6# 7M
M7 – T 2b 2 3b 4 4# 5 6b 6 7M
Na música , "salamandra" é outro nome para o alcance da aumentada (não deve ser confundido com o diminuído direto ). O termo "trítono" vem do fato de que este intervalo tem exatamente três tons (enquanto a quinta diminuta tem dois tons e dois semitons diatônicos ). A salamandra tem a particularidade de ser um intervalo com movimento forçado (esse intervalo precisa ser resolvido pela tensão que gera),
Intervalos de modo
Enquanto a escala maior tem como padrão "TT 1 / 2T TTT 1 / 2T", isto é, em número de semitons "2 2 1 2 2 2 1" (a soma dos quais cobre os 12 semitons da oitava), os modos com transposição limitada são baseadas em:
|
Moda |
Número de semitons |
|
"primeiro modo" |
2 2 2 2 2 2 |
|
"segundo modo" |
1 2 1 2 1 2 1 2 |
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"terceiro modo" |
2 1 1 2 1 1 2 1 1 |
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"quarto modo" |
1 1 3 1 1 1 3 1 |
|
"quinto modo" |
1 4 1 1 4 1 |
|
"sexto modo" |
2 2 1 1 2 2 1 1 |
|
"sétimo modo" |
1 1 1 2 1 1 1 1 2 1 |
terça-feira, 21 de novembro de 2017
TRITONO: A história não contada - PARTE I
"O trítono é a pimenta (tempero) de Deus para a música."
Se algum músico medieval lançasse mão apenas de trítonos, ele não seria condenado à fogueira, apenas cairia em descrédito, não seria ouvido, passaria fome e ficaria com a pecha de mau músico. Já na modernidade, vemos alguns compositores usando o trítono indiscriminadamente, alegando que com isso estão "revolucionando" a música, o que faz com que sua música seja ardida e não saborosa, e ninguém a escute, mas ainda assim, estes compositores são tratados como gênios inquestionáveis.
http://www.descomplicandoamusica.com/tritono/
http://www.superquadranews.com.br/tritono-o-intervalo-do-d…/
https://www.youtube.com/watch?v=zhzybHTgIPc
http://en.wikipedia.org/wiki/Tritone
Colossenses 1:16 "pois nEle foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele."
Romanos 1:36 "Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém."
Tiago 1:17 "Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação."
Ps: Continuarei o assunto, relacionando o tal a Escala Pentatônica.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Senso Musical
Senso musical, o que será que quero dizer com isso? Pois bem me refiro ao fato de você ao estar tocando, estar improvisando ou até mesmo compondo algo e ter o exato domínio sobre as coisas, ou fechar os os olhos para tudo e apenas deixar fluir.
Já compus música de todo jeito e foi bem legal. Em inúmeras situações, por que a concepção artística de estar criando músicas é tão legal e ampla, que te domina e te tira desse sentido óbvio e
Eu acredito que tudo é válido na intenção de criar uma boa música, para isso nunca pode haver limitações! O senso é você estar atento à tua o que está rolando o não senso é estar em um plano acima disso e de fato isso não é nada fácil!
Devemos exercitar nossa intuição musical, e ao trabalhar a improvisação, também estudar sem depender muito das escalas, improvisar pensando nas notas, sem usar as escalas, apenas tocar, deixar fluir! Independente do que isso seja!
No começo isso pode até uma sensação divertida e que vai ser fácil, pois se eu consigo improvisar com as escalas, sem elas será muito mais fácil e eu poderei criar inúmeras situações legal. Mera Inocência de nossa parte!
Muitas vezes perdemos ideias incríveis, por apenas estarmos presos na 'censura do conhecimento!' Entendem o ponto que eu quero ressaltar? Há inúmeros guitarristas (compositores em geral) que criaram coisas incríveis, sem ao menos saber o que estava sendo feito! Não que devemos abandonar tudo, esquecer nossos estudos e dar um rumo no mundo! O estudo é vital! Porém você deve ter o domínio sobre o que está sendo feito. Afinal o compositor é você!
Gênios.... O que falar sobre eles e quem são eles? Por que consideramos alguém genial... Hendrix, Steve Vai, ou até por que não Kurt Cobain!!! O que seria ser genial??
Por inúmeros fatos eu curto muitos e muitos compositores, desde os mais 'certinhos' até aqueles mais doidos, um exemplo disso o Buckethead, incrível como ele consegue gerar som de tudo! "Não existe laranja podre pra ele!". Como é incrível seu processo de composição e como ele nega e contradiz muita coisa, e isso soa de forma muito boa, as vezes o cara chega exatamente naquele ponto onde só há contradições rítmicas e faz um baita som.... sempre muito bom de se escutar.
Alguns caras eu consigo entender e explicar, no momento chamo de genial aquele cara, o qual eu não consigo entender a lógica de raciocínio e não consigo explicar o por que daquilo!
Sempre fui muito racional ao estudar música, sempre fui daqueles caras, que gosta de visualizar as coisas, logo estudei bastante teoria, não me gabando, mas são poucos os conceitos que hoje em dia me pegam desprevenido sem que eu consiga explicar ou deduzir o que ali está rolando e isso é muito legal e eu de fato gosto desse tipo de coisa, pode ser que daqui há dez anos eu venha a entender a incógnita de hoje, é sempre bom estar se aplicando, estar na inquietação, procurando coisas novas, ampliando seus conhecimentos!
A música é muito ampla, e somos uma mínima parcela (quase não considerável) de tudo isso!
Por fim a música está acima de qualquer conceito, técnica ou habilidade, até mesmo as questões de vaidade que nos faz pensar sempre em algo mais rebuscado, em diversas situações é aquele acorde simples que vai resumir suas ideias.
Acredito que o importante é pensar mais na música e não nas possíveis fórmulas, no fim criamos uma dependência muito grande desses recursos, que são sim importantes mas que, não podem nos dominar, quem faz a música é o músico e não a teoria, essa é um auxílio para isso tudo!
É engraçado o fato de estarmos estudando por anos à fio e depois passar um outro grande tempo estudando para saber o que devemos priorizar em nossas composições, é uma situação engraçada, difícil até de se explicar, mas é muito importante refletirmos um pouco sobre.













