segunda-feira, 14 de junho de 2021

A História da Música - "Resumão"

 


Podemos dizer que a “Música” é a arte de combinar os sons e o silêncio. Se pararmos para perceber os sons que estão a nossa volta, concluiremos que a música é parte integrante da nossa vida, ela é nossa criação quando cantamos, batucamos ou ligamos um rádio ou TV. Hoje a música se faz presente em todas as mídias, pois ela é uma linguagem de comunicação universal, é utilizada como forma de “sensibilizar” o outro para uma causa de terceiro, porém esta causa vai variar de acordo com a intenção de quem a pretende, seja ela para vender um produto, ajudar o próximo, para fins religiosos, para protestar, intensificar noticiário, etc.

 

A música existe e sempre existiu como produção cultural, pois de acordo com estudos científicos, desde que o ser humano começou a se organizar em tribos primitivas pela África, a música era parte integrante do cotidiano dessas pessoas. Acredita-se que as primeiras manifestações tenham sido feitas no continente asiático e africano, expandindo-se pelo mundo com o dispersar da raça humana pelo planeta. A música, ao ser produzida e/ou reproduzida, é influenciada diretamente pela organização sociocultural e econômica local, contando ainda com as características climáticas e o acesso tecnológico que envolvem toda a relação com a linguagem musical. A música possui a capacidade estética de traduzir os sentimentos, atitudes e valores culturais de um povo ou nação. A música é uma linguagem local e global.

 

A milênios o ser humano já produzia uma forma de música que lhe era essencial, pois sua produção cultural constituída de utensílios para serem utilizados no dia-a-dia, não lhe bastava, era na arte que o ser humano encontrava campo fértil para projetar seus desejos, medos, e outras sensações que fugiam a razão. Diferentes fontes arqueológicas, em pinturas, gravuras e esculturas, apresentam imagens de músicos, instrumentos e dançarinos em ação, no entanto não é conhecida a forma como esses instrumentos musicais eram produzidos.

 

Das grandes civilizações do mundo antigo, foram encontrados vestígios da existência de instrumentos musicais em diferentes formas de documentos. Os sumérios, que tiveram o auge de sua cultura na bacia mesopotâmia a milhares de anos antes de Cristo, utilizavam em sua liturgia, hinos e cantos salmodiados, influenciando as culturas babilônica, caldéia, e judaica, que mais tarde se instalaram naquela região.

 

A cultura egípcia, por volta de 4.000 anos a.C., alcançou um nível elevado de expressão musical, pois era um território que preservava a agricultura e este costume levava às cerimônias religiosas, onde as pessoas batiam espécies de discos e paus uns contra os outros, utilizavam harpas, percussão, diferentes formas de flautas e também cantavam. Os sacerdotes treinavam os coros para os rituais sagrados nos grandes templos. Era costume militar a utilização de trompetes e tambores nas solenidades oficiais.

 

Na Ásia, a 3.000 a.C., a música se desenvolvia com expressividade nas culturas chinesa e indiana. Os chineses acreditavam no poder mágico da música, como um espelho fiel da ordem universal. A “cítara” era o instrumento mais utilizado pelos músicos chineses, este era formado por um conjunto de flautas e percussão. A música chinesa utilizava uma escala pentatônica (cinco sons). Já na Índia, por volta de 800 anos a.C., a música era considerada extremamente vital. Possuíam uma música sistematizada em tons e semitons, e não utilizavam notas musicais, cujo sistema denominava-se “ragas”, que permitiam o músico utilizar uma nota e exigia que omitisse outra.

 

A teoria musical só começou a ser elaborada no século V a.C., na Antiguidade Clássica. São poucas as peças musicais que ainda existem deste período, e a maioria são gregas. Na Grécia a representação musical era feita com letras do alfabeto, formando “tetracordes” (quatro sons) com essas letras. Foram os filósofos gregos que criaram a teoria mais elaborada para a linguagem musical na Antiguidade. Pitágoras acreditava que a música e a matemática formavam a chave para os segredos do mundo, que o universo cantava, justificando a importância da música na dança, na tragédia e nos cultos gregos.

 

É de conhecimento histórico que os romanos se apropriaram da maioria das teorias e técnicas artísticas gregas e no âmbito da música não é diferente, mas nos deixaram de herança um instrumento denominado “trompete reto”, que eles chamavam de “tuba”. O uso do “hydraulis”, o primeiro órgão cujos tubos eram pressionado pela água, era freqüente.

 

Hoje é possível dividir a história da música em períodos específicos, principalmente quando pretendemos abordar a história da música ocidental, porém é preciso ficar claro que este processo de fragmentação da história não é tão simples, pois a passagem de um período para o outro é gradual, lento e com sobreposição. Por volta do século V, a igreja católica começava a dominar a Europa, investindo nas “Cruzadas Santas” e outras providências, que mais tarde veio denominar de “Idade das Trevas” (primeiro período da Idade Média) esse seu período de poder.

 

A Igreja, durante a Idade Média, ditou as regras culturais, sociais e políticas de toda a Europa, com isto interferindo na produção musical daquele momento. A música “monofônica” (que possui uma única linha melódica), sacra ou profana, é a mais antiga que conhecemos, é denominada de “Cantochão”, porém a música utilizada nas cerimônias católicas era o “canto gregoriano”. O canto gregoriano foi criado antes do nascimento de Jesus Cristo, pois ele era cantado nas sinagogas e países do Oriente Médio. Por volta do século VI a Igreja Cristã fez do canto gregoriano elemento essencial para o culto. O nome é uma homenagem ao Papa Gregório I (540-604), que fez uma coleção de peças cantadas e as publicou em dois livros: Antiphonarium e as Graduale Romanum. No século IX começa a se desenvolver o “Organum”, que são as primeiras músicas polifônicas com duas ou mais linhas melódicas. Mais tarde, no século XII, um grupo de compositores da Escola de Notre Dame reelaboraram novas partituras de Organum, tendo chegado até nós os nomes de dois compositores: Léonin e Pérotin. He also began the “Schola Cantorum” that gave great development to the Gregorian chant.

 

A música renascentista data do século XIV, período em que os artistas pretendiam compor uma música mais universal, buscando se distanciarem das práticas da igreja. Havia um encantamento pela sonoridade polifônica, pela possibilidade de variação melódica. A polifonia valorizava a técnica que era desenvolvida e aperfeiçoada, característica do Renascimento. Neste período, surgem as seguintes músicas vocais profanas: a “frótola”, o “Lied” alemão, o Villancico”, e o “Madrigal” italiano. O “Madrigal” é uma forma de composição que possui uma música para cada frase do texto, usando o contraponto e a imitação.

 

Os compositores escreviam madrigais em sua própria língua, em vez de usar o latim. O madrigal é para ser cantado por duas, três ou quatro pessoas. Um dos maiores compositores de madrigal elisabetano foi Thomas Weelkes.

 

 

Após a música renascentista, no século XVII, surgiu a “Música Barroca” e teve seu esplendor por todo o século XVIII. Era uma música de conteúdo dramático e muito elaborado. Neste período estava surgindo a ópera musical. Na França os principais compositores de ópera eram Lully, que trabalhava para Luis XIV, e Rameau. Na Itália, o compositor “Antonio Vivaldi” chega ao auge com suas obras barrocas, e na Inglaterra, “Haëndel” compõe vários gêneros de música, se dedicando ainda aos “oratórios” com brilhantismo. Na Alemanha, “Johann Sebastian Bach” torna-se o maior representante da música barroca.

 

 

A “Música Clássica” é o estilo posterior ao Barroco. O termo “clássico” deriva do latim “classicus”, que significa cidadão da mais alta classe. Este período da música é marcado pelas composições de Haydn, Mozart e Beethoven (em suas composições iniciais). Neste momento surgem diversas novidades, como a orquestra que toma forma e começa a ser valorizada. As composições para instrumentos, pela primeira vez na história da música, passam a ser mais importantes que as compostas para canto, surgindo a “música para piano”. A “Sonata”, que vem do verbo sonare (soar) é uma obra em diversos movimentos para um ou dois instrumentos. A “Sinfonia” significa soar em conjunto, uma espécie de sonata para orquestra. A sinfonia clássica é dividida em movimentos. Os músicos que aperfeiçoaram e enriqueceram a sinfonia clássica foram Haydn e Mozart. O “Concerto” é outra forma de composição surgida no período clássico, ele apresenta uma espécie de luta entre o solo instrumental e a orquestra. No período Clássico da música, os maiores compositores de Óperas foram Gluck e Mozart.

 

Enquanto os compositores clássicos buscavam um equilíbrio entre a estrutura formal e a expressividade, os compositores do “Romantismo” pretendem maior liberdade da estrutura da forma e de concepção musical, valorizando a intensidade e o vigor da emoção, revelando os pensamentos e sentimentos mais profundos. É neste período que a emoção humana é demonstrada de forma extrema. O Romantismo inicia pela figura de Beethoven e passa por compositores como Chopin, Schumann, Wagner, Verdi, Tchaikovsky, R. Strauss, entre outros. O romantismo rendeu frutos na música, como o “Nacionalismo” musical, estilo pelo qual os compositores buscavam expressar de diversas maneiras os sentimentos de seu povo, estudando a cultura popular de seu país e aproveitando música folclórica em suas composições. A valsa do estilo vienense de Johann Strauss é um típico exemplo da música nacionalista.

 

O século XX é marcado por uma série de novas tendências e técnicas musicais, no entanto torna-se imprudente rotular criações que ainda encontra-se em curso. Porém algumas tendências e técnicas importantes já se estabeleceram no decorrer do século XX. São elas: Impressionismo, Nacionalismo do século XX, Influências jazzísticas, Politonalidade, Atonalidade, Expressionismo, Pontilhismo, Serialismo, Neoclassicismo, Microtonalidade, Música concreta, Música eletrônica, Serialismo total, e Música Aleatória. Isto sem contar na especificidade de cada cultura. Há também os músicos que criaram um estilo característico e pessoal, não se inserindo em classificações ou rótulos, restando-lhes apenas o adicional “tradicionalista”.

 

Fontes:  BENNETT, Roy. Uma breve história da música.Rio de Janeiro: Zahar, 1986.

COLL, César, TEBEROSKY, Ana. Aprendendo Arte. São Paulo: Ática, 2000. 


sexta-feira, 21 de maio de 2021

Música conhecida, a música colega e a música amiga.


















O CONHECIDO é uma pessoa que possui algum tipo de vínculo, ou com sua família, ou com alguém que você conhece, mas vocês não possuem uma relação extremamente íntima, daí o fato de nos referirmos a essa pessoa como conhecido.

O COLEGA, diferente do conhecido, já possui um vínculo maior com você, por exemplo, um colega de escola ou de trabalho. São pessoas que, de alguma maneira, convivem em nosso meio social e assim criamos um laço que nos liga um pouco mais à pessoa, seja por uma afinidade ou mesmo por uma boa conversa.

O AMIGO já é aquela pessoa que possui um vínculo realmente forte com você. Pense que você está em um período muito, mas muito difícil em sua vida, em que muitos conhecidos não aparecem e seus colegas nem sabem o que está ocorrendo. O amigo é a única pessoa que vai te ajudar, seja psicologicamente, financeiramente, ou fisicamente. Ele não mede esforços para ver você sair de uma condição desfavorável, ele te dá a mão nos momentos em que todos os seus colegas se esqueceram de você. 

Não é a toa que lemos no livro do Eclesiastes 6, 14-17, assim define o amigo: “um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro. Nada é comparável a um amigo fiel, o ouro e a prata não merecem ser postos em paralelo com a sinceridade de sua fé.”

O seu amigo pode até não estar perto de você, mas ele não vai soltar a sua mão! Ele vai te apoiar e não vai descansar enquanto você não ficar bem. A lógica é bem esta mesma: um amigo trabalha pelo nosso bem! E não se preocupe em identificar quem é ou não é seu amigo, na hora certa, ele realmente se importa. Você vai saber!

 

Na MÚSICA acontece o mesmo. Existem as que são MÚSICAS CONHECIDASMÚSICAS COLEGAS, e existem as MÚSICAS AMIGAS. Onde a música amiga é aquela que te faz ser melhor, mesmo sem palavra alguma, apenas com sons. Você escuta e ela causa em você  reflexões, e um desejo de ser melhor. Não estou falando de músicas que mais parecem “coachings” massageando egos (muita das vezes com mentiras, mas nem vou entrar nessa questão, vou deixar isso pra outro post), estou falando de MÚSICA DE VERDADE. Onde a mesma tem a capacidade de criar em você vários sentimentos como: alegria, tristeza, saudade, paixão, compaixão, esperança, etc.., É a conjunção do estimulo recebido e o sentimento que aquilo te provoca.  


Vivemos no mundo onde vemos a afetividade de pessoas totalmente destrambelhada. O que pode ser por fatores diversos, mas muita das vezes justamente pelo excesso de música fabricada pra gente não pensante, ou pra você não pensar e refletir.  Se é que sabem o que estão ouvindo, se é que ouvem o que querem ouvir, ou apenas são massa de manobra para aquilo que o mercado quer que as mesmas escutem. Afinal gente assim é mais fácil de manipular.

 

A MÚSICA AMIGA, é aquela que te ajusta ente o que acontece, e o que você sente, te elevando a ser alguém melhor.

Tiago 1:17 “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.”

Filipenses 4:8 “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.”


Que Deus nos ajude a escolher bem...










sexta-feira, 14 de maio de 2021

Ilustrando a História


Ilustrando a História (Bach, Mozart, Beethoven, Chopin)

A série Ilustrando História, elaborada pela ShallWe Design. O pianista Alvaro Siviero foi o responsável do conteúdo biográfico, transformando a iniciativa em algo leve e profundamente instrutivo.



JOHANN SEBASTIAN BACH



WOLFGANG AMADEUS MOZART





LUDWIG VAN BEETHOVEN




FRÉDÉRIC CHOPIN





quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Dia do Professor - "SOMOS COMO MÚSICA..."

 



SOMOS COMO MÚSICA, em seus mais essenciais elementos, de maneira que, bem conduzida e executada, afinamos as vidas dos que esperam de nós o despertar do conhecimento, numa “consonância” de conteúdos. Se mal executados, criamos “dissonâncias” críticas até mesmo nos ouvidos dos mais experientes expectadores.

Ao iniciarmos as aulas, nós, professores, somos como um maestro, que, empunhando sua batuta, conduzimos alunos e matérias numa jornada para o descobrimento de novas possibilidades.

Assim como na música, precisamos das “pausas”, os momentos de silêncio e reflexão, que, partes de nossa aula, integram e consolidam conhecimentos.

No meio do caminho, encontramos momentos em que se fazem necessários “ritornellos”, onde, trechos repetidos, fixam ainda mais na mente de quem nos ouve.

Nem sempre podemos fazer tudo de uma só vez, e “dividimos em movimentos”, onde, por parte, transmitimos tudo que precisamos.

Mas o professor deve ter “dinâmica” nas aulas. Mudar tom de voz, enfatizar determinados momentos, falar mais alto, mais baixo, de forma que os alunos entendam ainda melhor seu conteúdo e assimilem a importância de cada momento.

Por vezes, “stacattos” se fazem necessário, e, assim, pedaço por pedaço, ensinamos, destacamos cada parte, o que é mais importante. Outras vezes, usamos o legato para emendar textos, conteúdos e matérias.

Se tudo não der num só movimento, podemos ainda utilizarmos a “Anacruse”, começarmos um pouco antes do “compasso” ou num “compasso incompleto”, para darmos total seguimento.

E chegam os mais esperados momentos por alunos e professores: onde temos uma “barra dupla”, indicando o final de determinado trecho da aula, ou a “pausa final”, indicando o encerramento.

Os alunos partem, a música termina, e nós, professores, continuamos com um “sforzando”, pois sabemos que nossa música continuará no dia seguinte 

Feliz dia dos professores, amigos e companheiros de profissão, e a todos nós músicos que fazemos do mundo um lugar mais genial 

Tiago 1:17 "Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação."

Que Deus nos abençoe

Silvinho Fernandes

 


sexta-feira, 2 de outubro de 2020

7 COISAS QUE TODO CRISTÃO QUE É MÚSICO DEVERIA SABER















1) REPITA COMIGO: “Levita é o judeu que nasceu na tribo de Levi”. Você não é um. Aceite isto.

2) REPITA COMIGO: “Não existe Ministério de Louvor”, visto que ministério é transmissão da verdade do evangelho por meio de pregação, aconselhamento, anúncio, ensino, etc.. O departamento de música e seus grupos, os mesmos servem a congregação, auxiliando-a a louvar a Deus. O louvor é algo prestado a Deus e não a igreja.
3) REPITA COMIGO: "Não existe músico cristão!" O que existe é cristão que é músico, não arrume um desculpa pra tentar santificar ou demonizar uma profissão ou cargo, você é músico e ponto final.
4) REPITA COMIGO: “A minha música não leva ninguém a Deus”, quem faz isso é Cristo, e o convencimento da condição pecaminosa do homem é o Espírito Santo.
5) REPITA COMIGO: “A Música é apenas uma ínfima parte do que utilizamos para adorar a Deus. Deus não precisa que eu toque ou cante, pra ele saber que eu o adoro.” Daria perfeitamente pra vivermos sem bandas de louvor. Não seria tão legal, mas ainda sim seria possível.
6) REPITA COMIGO: Culto sem música e palavra é culto. Culto sem palavra e música não é culto.
7) REPITA COMIGO: “O louvor não liberta”. Em Hebreus 13:15 lemos: "Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, O FRUTO dos lábios que confessam o seu nome". Repare que o louvor é o fruto ou consequência, não a causa de alguma bênção. Essa ideia que o louvor liberta não passa de uma interpretação errada de At 16:25-26.
Se ouve gente cantando e falando por ai que “o louvor é a chave da vitória;, “é cantando que Deus abre a porta”; Quando você começar a louvar as cadeias logo vão se abalar, as algemas logo vão se soltar".
Esses dizeres passados pela letra é totalmente errado e equivocado ante as escrituras, e provavelmente nasceu de uma mente acostumada a buscar a Deus com objetivos interesseiros. O louvor é o fruto de lábios que reconhecem a Deus pelo que ele é ou por algo que tenha feito. Nunca é uma forma de buscar o favor de Deus, porque se fosse já não seria louvor, seria oração. Quando oramos pedimos a Deus por libertação, cura, suprimento das necessidades etc. Quando louvamos reconhecemos e damos a Deus o crédito por todo o que ele fez. Basta ler a primeira vez em que aparece um cântico de louvor na Bíblia em Êxodo 15:1-21 para entender que o louvor é uma expressão de gratidão, não uma forma de se obter benefícios.

O que realmente importa
Entendendo esses pontos quem sabe você empine menos o nariz e saiba ao menos diferenciar o que realmente importa, e que é só "status".
Nada em nós, instrumentos musicais e equipamentos, impressionaria Deus, não deve ser esse seu objetivo, não há nada que já não dEle e por Ele. O louvor a Deus em sua glória (no céu) é infimamente melhor que o nosso.
Estude, dedique-se, ocupe-se em suas atividades musicais na igreja ou fora dela profissionalmente ou não. Expresse seu melhor com gratidão e amor, entendendo que Ele é o centro e nós por misericórdia e graça apenas instrumentos que o Eterno pode usar de acordo com sua vontade.
“Porque dEle e por Ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” Romanos 11:36

#DeNada