quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Antes de perguntar a um músico se ele toca de graça. Pergunte-se:

Antes de perguntar a um músico se ele toca de graça. Pergunte-se:
a) Com que dinheiro ele estudou ou estuda?
b) Com que dinheiro ele comprou e compra seus instrumentos e equipamentos?
c) Com dinheiro ele faz a manutenção dos seus instrumentos e equipamentos?
e) Com que dinheiro será que ele paga suas contas?
f ) Ser músico é profissão?

Para quem não sabe a profissão de músico é regulamentada pelas portarias 3.346 e 3.347 do Ministério do Trabalho.

Ser músico não é simplesmente brincar de ser feliz,é levar felicidade aos outros, é imortalizar momentos. O músico é alguém que abençoado por Deus, por sua graça comum. é ter uma outra realidade, ter uma percepção de coisas que nem todos percebem.

Sendo assim, valorize os músicos que você conhece e, se não conhece, passe a conhecê-los. Garanto, a maioria deles são gente fina e trabalham e estudam bastante, muito mais do que imagina.

O homem que trabalha somente por dinheiro e não tem prazer naquilo que faz, pode se considerar um escravo remunerado, e desse mal nós músicos estamos livres..

Tiago 1:17"Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há oscilação como se vê nas nuvens inconstantes."

"Sou músico sim, graças a DEUS!"

sábado, 22 de setembro de 2018

A Estética do Timbre - Parte 1




A estética do timbre: Vou listar alguns pontos que julgo importante no timbre convencional.
        
 Peso: não confundir peso com quantidade de distorção, são características diferentes. Peso se refere ao espaço ocupado pelo instrumento dentro da música e seu leque dinâmico. Está relacionado com a riqueza das frequências sonoras que emite e a quantidade de informação que exala. É força e certeza, corpo, e por isso o peso também está ligado a execução.  Um timbre com peso é aquele que facilmente cresce e que tem suas frequências bem definidas. Uma estrutura grave nítida, médios sem exageiros e agudos brilhantes sem serem estridentes demais, com uma boa quantidade de harmônicos.
          
Definição: O conceito é simples, um timbre bem definido é aquele que possibilita escutar a guitarra e seus detalhes claramente. Para isso deve-se procurar não competir com as frequências de atuação dos outros instrumentos. Uma guitarra com grave demais confunde o baixo, com médio demais consome o arranjo da banda e com agudo demais sobrecarrega a música entrando em conflito com os harmônicos dos pratos e caixa. Por sua vez a falta de grave reduz a agressividade da guitarra, os poucos médios levam a guitarra pra trás da banda e a ausência de agudos abafa e embola a execução.  Para dosar a quantidade certa de equalização deve-se levar em conta a interação com os demais instrumentos e usá-los no complemento do timbre.
          
Distorção: essa funciona como uma compressão ao sinal da guitarra, então com excesso de distorção temos a perda da dinâmica e a perda da definição articulatória. De forma geral tentamos compensar falta de sustain com exageiros na distorção pra facilitar a tocabilidade e acabamos com o timbre. Para afinações graves é comum a perda da sensação de saturação que pode ser compensada com a abertura dos médios agudos sem aumento do drive. Em gravação recomendo sempre usar a guitarra com menos distorção pois a compressão na mixagem tem a tendência de adicionar saturação podendo comprometer o resultado final.

Ambiência: Pode ser conseguida de inúmeras formas, seja com efeitos (reverb, delay) ou com o posicionamento do microfone (gravações e ao vivo com microfonação). É aconselhável ser compatível com a quantidade de ambiência dos demais instrumentos para evitar contrastes em excesso. Um exemplo: imagine uma mixagem extremamente seca seguida de um solo carregado de reverb. Como nosso ouvido é relativo e se adapta as condições impostas, ele sentirá demais a ambiência do solo por ter se adequado a referência anterior. Mesmo que, ao escutar o solo sozinho ele não pareça estar carregado, quando inserido no contexto vai gerar desconforto. Microfonações distantes também possibilitam a entrada de ruídos externos dificultando a boa mixagem da música, seja em estúdio ou ao vivo.
         

Sustain: É a quantidade de harmônicos geradas pelo timbre, é a duração da nota após a execução. Pouco sustain quer dizer que o som some rapidamente após a articulação da nota, dificultando a execução. Vários fatores influenciam no sustain como:
  • Quantidade de distorção – Com o aumento da distorção temos o aumento do sustain, mas deve-se evitar usar isso como fonte única de correção pois o drive em excesso reduz a definição e suja demais o som.
  • Tipo de efeitos (reverb, delay, compressor) – O reverb e o delay mantém a nota soando após sua execução promovendo a sensação de sustain. O compressor aproxima a diferença de pico (volume) entre o ataque, o sustain e o decay da nota, também criando a sensação de maior duração do som.
  • O tipo de frequência sonora do timbre – Timbres com pouco corpo grave e excesso em médios agudos e agudos tem a tendência de preencher de forma carente o ambiente, sendo estridentes e gerando muita microfonia.  Esse som é áspero e cristalino demais nas imperfeições de execução prejudicando demais a tocabilidade. Por sua vez o excesso de grave cria um sustain indesejável decorrente da ressonância com o ambiente e com os outros instrumentos.
  • Acústica do local – esse sem dúvida é um dos fatores mais importantes para a qualidade do sustain. Ambientes com projetos acústicos deficientes geram muitas ondas estacionárias que anulam ou reforçam frequências dos instrumentos, mudando completamente a qualidade tonal. Ambientes abertos facilitam a fuga do som promovendo drasticamente a redução do sustain, que deverá ser compensado artificialmente através de efeitos.
  • Qualidade do equipamento – Um equipamento bem regulado, com componentes de qualidade bem ajustados evitam a perda de sustain: Madeiras mais densas, braço e trastes regulados, parte elétrica de qualidade com componentes novos, cabos blindados com metais nobres, amplificadores de qualidade e eletricidade bem fornecida são alguns dos fatores que contribuem para um resultado satisfatório. Lembre “que a corda arrebenta no ponto mais fraco”, então qualquer componente carente compromete todo o resultado.
  • Volume – Com o aumento do volume há um aumento do sustain (feedback), mas volume em excesso traz mais problemas que solução, como microfonias e hum – ressonâncias graves.
Estética: afinal a soma de todos esses fatores deve representar o tipo de idealização do guitarrista. O timbre final é aquele que, além de bem definido e construído, de fácil execução, faz jus ao esperado.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

A origem das ESCALAS MUSICAIS



A história
A partir da descoberta de artefatos musicais da antiguidade, supõe-se que a primeira escala desenvolvida tenha sido a escala de cinco sons ou pentônica, o que é confirmado pelo estudo de sociedades antigas encontradas contemporaneamente. Observando-se, no entanto, que a palavra "pentatônica" é, na verdade, substituída no vocabulário musical, pela palavra "pentafônica", uma vez que a primeira (pentatônica), remete à ideia de cinco notas tônicas em uma mesma escala ou tonalidade sonora musical, o que não é a verdade; e a segunda (pentafônica) refere-se, mais claramente, à escala ou tonalidade formada por cinco sons ou notas diferentes. No entanto, o termo "pentatônica" ainda é muito mais utilizado popularmente do que o termo "pentafônica".

As escalas de 7 notas foram prováveis desenvolvimentos da escala pentatônica e tem-se o registro de sua utilização pelos gregos, apesar de que qualquer tentativa de resgate da sonoridade dessas escalas tratar-se-á de exercício puramente especulativo.

A música grega morre junto com o Império Romano, deixando apenas uma nota de rodapé do que seria todo o sistema musical utilizado à época. O fato é que, com o surgimento do cristianismo, houve uma adoção dos ritos judaicos, e essa é a origem do que seria a música ocidental posterior. Na Idade Média, a elaboração de um sistema de escalas (vem do italiano e significa escada) levava em conta, não somente a nota fundamental do modo (fundamentalis), como também a chamada corda de recitação, que era a nota ao redor da qual a melodia se desenvolvia, sendo essa nota a mais utilizada na música. Essas escalas foram chamadas de modos eclesiásticos e compunham-se de quatro: protus, deuterus, tritus e tetrardus.

Esse sistema, chamado modal, não é um sistema totalmente definido; como há variação da corda de recitação entre duas músicas, elas podem estar dentro de um mesmo modo, mas se desenvolvem em direções diferentes, sendo reclassificadas aí, a depender do âmbito em que elas se desenvolveram, como estando no modo plagal ou autêntico. Além disso, a música poderia muito bem gravitar entre os modos, o que dificultaria a classificação exata sobre o modo em que ela está (ou em que modo começou, ou em que modo terminou).

Posteriormente, dois modos receberam a preferência dos compositores (o modo chamado jônico, ou tritus plagal, e o chamado eólio, ou protus plagal), sendo estes as origens das escalas diatônicas maior e menor: iniciava-se o período tonal da música.

A partir do temperamento da música, ocorrido no século XVIII, onde procurava-se dar os mesmos valores proporcionais aos intervalos da escala diatônica, surge uma nova escala, em que todas as notas têm o mesmo valor dentro desta: A escala cromática.

Com o segundo período do romantismo musical (romantismo nacionalista), fez-se necessária a incorporação de escalas exóticas nas quais as músicas de muitos países se baseavam. Às escalas ciganas, já conhecidas séculos antes, juntam-se escalas mozárabes, russas, eslavas, etc...  
O compositor e pianista Claude Debussy incorpora a escala de tons inteiros, também conhecida como escala hexafônica (simétrica), onde se divide a oitava em seis intervalos iguais de um tom, à música. Posteriormente, novas escalas surgiram, com a chamada música micro-tonal, além de incorporações de escalas antigas, como a indiana, que divide a oitava em 22 sons, e a escala nordestina brasileira, mistura dos modos lídio e mixolídio. Sendo um modo nada mais que derivado do IV grau da escala menor melódica, precisamente mixolídio 4#.

Tipos mais comuns de Escalas
Escalas modernas, que na cultura ocidental são as mais utilizadas:
Escala cromática
Escala Maior
Escala menor
Escala pentatônica, sendo que a mesma teve inserções e variações, sendo as mais comuns:
Maior, menor, pentablues (adicionando a 4#), m6, (M)7, m7/5b, m7M,  M5#, dim°, etc...

No caso das Escalas menores, as mesmas se dividem basicamente em 3 grupos :
Escala Menor Natural ou Primitiva
Escala Menor Harmônica
Escala Menor Melódica

Modos Gregos
Escalas gregas ou modos gregos, também chamados modos litúrgicos ou modos eclesiásticos, como Dórico, Frígio e Lídio.
No tocante aos modos derivados, temos as seguintes sonoridades (21 no total):

Derivados da Escala diatônica maior:
I Jônio
II Dórico 
III Frígio
IV Lídio
V Mixolídio
VI Eólio
VII Lócrio

Derivados da Escala menor harmônica:
I Eólio 7M 
II Lócrio 6
IIIb Jônio 5# 
IV Dórico 4# 
V Mixo 9b13, 
VIb Lidio 9#  
VII Diminuta/ Alterada 6

Derivados da Escala menor melódica:
I Dórico 7M 
II Frígio 6 
IIIb Lídio 5# 
IV Mixolídio 4#
V Mixo 13b 
VI Lócrio 9  
VII Alterada

Escalas exóticas
Formas escalares que não sejam os modos maior, menor ou eclesiásticos são conhecidos como escalas exóticas, artificiais ou sintéticas. Algumas são derivadas da música folclórica, algumas vêm de outras culturas que não a Ocidental, e algumas são construídas por compositores para gerar relações intervalares especiais. Essas formas escalares podem ser construídas a partir de qualquer nota. Entre as escalas mais comuns nessas categorias estão as seguintes:

Cigana Espanhola (7b) T 2b 3M 4 5 6b 7b
Cigana Espanhola (7M) T 2b 3M 4 5 6b 7M
Pelog Javanês T 2b 3b 4 6b
Balinesa T 2b 3b 5 6b
Scriabin T 2b 3M 5 6
Hiro Josh (Japão) T 2 3b 5 6b
Iwato (Japão) T 2b 4 5b 7b
Kumoi Josh (Japão) T 2b 4 5 6b
Kokin Josh (Japão) T 2b 4 5 7b
havaiano T 2 3b 5 6
Prometheus T 2 3M 4 # 7b
P'Yangio (Coreia) T 2 4 5 6
Enigmática T 2b  3M 4 # 5 # 6 # 7M
Napolitana T 2b 3b 4 5 6b 7M
Napolitana (6M) T 2b 3b 4 5 6M 7M
Cigana Húngara T 2 3b 4 # 5 6b 7b
Oriental T 2b 3M 4 5b 6b 7b
Tom inteiros T 2 3M 4 # 5 # 7b
Tom inteiros (7M) T 2 3M 4 # 5 # 7b (7M)
Lídio menor T 2 3b 4 # 5 6b 7b
Árabe (major locrian) T 2 3M 4 5b 6b 7b
Escala Árabe  T 2b 3M 4 5 6b 7b
Persa T2b 3M 4 5b 6b 7M
Bizantina  liturgicaT 2b 3M 4 5 6b 7M
Húngara T 2 # 3M 4 # 5 6 7b
Húngara menor 1 2 3b # 4 5 b6 7
Romena T 2 3b 4 # 5 6 7b
Hindustão T 2 3M 4 5 6b 7b
Simétrica T 2b 3b 3M 4 # 5 6 7b
Persa T 2b 3M 4 5b 6b 7b
Tunisiana T 2 3b 4# 5 6 7b
Síria (pentatônica)  T 2b 3M 4 5#
Hindu T 2 3M 4 5# 7b
Etíope  T 2 3M 4 5 5# 7M
Enigmática T 2b 3M 4# 5# 6# 7M
Escala Egípcia T 2 4 5 7b
Chinesa antiga (ancient chinese) T 2 3M 4# 5 6
Chinesa T 3M 4# 5 7M
Argelina T 2 3b 4 4# 5 6b 7M


Escalas Simétricas
São aquelas que possuem exatamente a mesma seqüência de intervalos quando tocadas de forma ascendente e descendente. Em outras palavras, utilizamos a mesma lógica (estrutura intervalar) para executar a escala nos dois sentidos: de baixo para cima e de cima para baixo. Entre as mais comuns temos

Cromática (semitons) T 1#/2b 2 2#/3b 3M 4 4#/5b 5 5#/6b 6 7b 7M
Tons Inteiros (tons) T 2 3M 4# 5# 7b
Diminuta (tom, semitom) T 2 3b 4 5b 6b 7bb 7M
Dominante Diminuta (semitom, tom) T 2b 2# 3M 4# 5 6 7b
Arpejo Diminuto (um tom e meio) T 3b 5b 7bb
Aumentada (um tom e meio, semitom) T 2# 3M 5 6b 7M

Obs: Levar em consideração a enarmonia (mesmo som ou intervalo com mais de um nome)



segunda-feira, 6 de agosto de 2018

CURIOSIDADE MUSICAL 7# - Música Favorita

A sua música favorita, só é favorita porque provavelmente você associa a um evento emocional de sua vida. e a que mais lhe irrita é aquela que usa ou já uso no despertador de seu celular


segunda-feira, 30 de julho de 2018

O que é Headroom e que diferença ele faz no som do seu amplificador?






Você sabe o que Headroom e que diferença ele faz no som do seu amplificador?


Quase sempre quando as características e qualidades de um amplificador valvulado estão sendo discutidas nós ouvimos alguém citar o ‘Headroom’ e normalmente ele está sendo referenciado como fator determinante na qualidade do amplificador. Mas afinal de contas, você sabe o que vem a ser o Headroom? E a diferença que tem um amplificador com muito Headroom e um com pouco?


Vamos falar um pouco disso aqui então:


Sabe quando você pluga a guitarra num amplificador e com o volume bem baixo você já está sentindo aquele crunch vindo das válvulas? (Quem já tocou em um Orange Tiny Terror sabe bem do que estou falando). Pois bem, nesse caso dizemos que o amp tem poucoHeadroom.


Fender Twin Reverb








Headroom é a quantidade de potência e volume entregues pelo amplificador antes que ele comece a distorcer. Se você tem algum amplificador que consegue entregar grandes quantidades devolume antes de começar a distorcer, esse é um amplificador com grande Headroom.


A questão mais confusa a respeito desse conceito é o fato de não existir uma parâmetro ou padrão pelo qual ele pode ser medido e comparado. Dessa forma, usualmente são usados alguns casos famosos que se destacam como referência, por exemplo, o Fender Twin Reverb que é notadamente um amplificador com muito Headroom.


Essa característica pode estar ligada a vários fatores mas na maioria dos casos está intimamente atrelada ao design e a proposta do amplificador em questão.


Por exemplo, mesmo que você tenha um amplificador com grande Headroom como o Fender Twin Reverb que foi citado anteriormente, mas seja necessário usá-lo perto do seu limite todo o tempo já não é mais possível dizer que o amplificador tem grande Headroom para tal aplicação, uma vez que muito provavelmente ele estará distorcendo ou prestes a distorcer, sem que haja alguma potência a ser entregue antes que tal efeito aconteça.


Outros amplificadores, como o caso do Bassman (que foi a base da criação do primeiro Marshall) e o caso também da maioria dos amplificadores Hi Gain, a distorção começa mesmo com baixos volumes. Isso é especialmente interessante quando todo o som do músico é baseado no som distorcido. Nesses caos, em praticamente todos os volumes você terá o amplificador distorcendo já de maneira agradável sem que seja necessário colocá-lo perto do limite. Sim, em amplificadores como o Twin Reverb você precisa mesmo levá-lo quase ao limite pra conseguir uma distorção considerável, mas mesmo assim, não será nada que chegue perto de um Marshall, Mesa Boogie, Peavey, Alien (Sim, o Brasil também fabrica amplificadores de respeito) etc. Isso diz respeito apenas aos níveis de distorção alcançados que vão ser pontos positivos ou não dependendo do uso.


Fender Bassman Blonde





Com base no que foi dito anteriormente já somos capazes de chegar a conclusão que: Headroom não necessariamente é sinal de qualidade, eu não vou precisar necessariamente do amplificador com maior Headroom possível e dependendo do estilo que eu toco, ter um amplificador com pouco Headroom pode ser uma ótima idéia. Vamos aos exemplos:


Jimi Hendrix: Usou basicamente cabeçotes Marshall que vieram a ser chamados posteriormente de “Plexi”. Usou tanto as versões 50W como as versões 100W, apesar de ter usado o Fender Bassman em alguns casos como na gravação da música Bold as Love.


Stevie Ray Vaughan: Usou o Bassman como amplificador para som crunch durante algumas turnês e enquanto isso usava adicionalmente um Twin Reverb e um Vibroverb.


Mike McCready (Pearl Jam): Dentre os outros amplificadores que costuma usar temos um Bassman e um Marshal 1968 “Plexi” JPM, usados essencialmente para som sujo. Tendo um Matchless e um Fender Twin Reverb que são usados nas sequências de som limpo.


Geroge Harrison: Usou Twin Reverb da Fender durante as gravações do Abbey Road e do Let it Be.


Keith Richards: Durante muito tempo usou o Fender Dual Showman e hoje usa, normalmente Fenders Twin Reverb em palco.


Slash: Por muito tempo usou cabeçotes JCM 800 pra conseguir aquele timbre caracteristico do Guns ‘n Roses.

Dentre os exemplos acima já é possível sentirmos um pouco de em que estilos são procurados amplificadores com mais Headroom e onde menos pode ser a chave para o timbre desejado.

Marshall JCM 800




Galera, por enquanto é só. Falem mais artistas que vocês se identificam nos comentários e os amplificadores que eles usavam.


E agora, ficou um pouco mais claro o que significa o tão falado Headroom?


Fonte: Jorge Lopes https://maquinasdemusica.com/amplificadores/01/voce-sabe-o-que-headroom/